Entenda a Teoria do Quadrante Financeiro

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Teoria do Quadrante Financeiro: a história de dois homens

Vou contar a história da Teoria do Quadrante Financeiro. Na verdade, são duas histórias de vida.

Tudo começou há cerca de 25 anos, quando Luís e Carlos se formaram no mesmo curso e na mesma universidade.
Eles tinham muitas coisas em comum, ambos eram estudantes acima da média, tinham personalidade forte, e o principal: os dois tinham grandes ambições para o futuro.

Pois bem, recentemente os dois homens acabaram se reencontrando no evento de 25 anos de formatura na universidade.

Sabe, eles ainda eram muito parecidos: casados e aparentemente felizes, três crianças cada um, um bom padrão de vida.

Mas havia uma diferença crucial entre Luís e Carlos: enquanto o primeiro tinha se tornado dono de uma empresa com 2000 funcionários, alcançando a independência financeira, Carlos era empregado CLT de outra empresa.
Ou seja: um patrão, outro, empregado.

Você sabe qual a diferença entre as vidas destes dois homens tão parecidos? Por que um se tornou proprietário de um grande negócio e o outro, um mero empregado servindo a um chefe?
Inteligência? Talento? Dedicação?

Não.

A diferença básica, essencial entre os dois homens é que um buscava o sucesso financeiro e o outro, não o suficiente.
CADA PESSOA TEM SEUS CONHECIMENTOS E DECIDE O QUE FAZER COM ELES.

Estamos falando em conhecimentos sobre negócios e trabalho.

CONHECIMENTO É PODER.

Mas tudo depende de como você vai utilizá-lo.

Pois bem, voltando a breve história dos dois homens que eram muito parecidos na faculdade… Ambos se inseriram no mundo dos negócios, adquiriram conhecimentos. Os dois se esforçaram.

Só que um adquiriu conhecimento útil e soube aplicá-lo, o outro não. Um se tornou um empresário bem-sucedido, o outro, um empregado. Este último era totalmente dependente da rotina de uma organização cujo dono bem que poderia ser seu ex-colega de faculdade, mas que, diferente dele, aprendeu a buscar a independência financeira e a realização pessoal.

E agora eu quero perguntar a você: o que está buscando? Que tipo de conhecimento está adquirindo e como está aplicando o que aprende? Seu conhecimento é útil? Para onde o está levando?

Você quer ter sua liberdade financeira e se realizar profissionalmente, ou quer apenas arrumar um emprego e ser mais um funcionário?

Agora deixa eu fazer a você outra pergunta: você já ouviu falar no quadrante financeiro de Robert Kiyosaki, autor de um dos livros mais vendidos de todos os tempos: “Pai rico, pai pobre”? Kiyosaki é empresário, investidor e escritor, e ele criou essa teoria do quadrante do dinheiro. Ela é importantíssima, e real.

Basicamente, o quadrante financeiro de Kiyosaki representa 4 tipos de pessoas. Cada uma delas tem um estilo de vida diferente, o que faz com que vejam suas gestões financeiras de forma distinta.

A teoria do quadrante financeiro

Nesta teoria, temos 4 quadrantes:

No quadrante superior à esquerda, o quadrante E de Empregado.

Aqui está a maior parte das pessoas, ensinadas a espalhar as regras desse quadrante. Essas pessoas dão valor à segurança, ao salário mensal com benefícios e planos de aposentadorias, além de sindicatos que protegem seus interesses. Nosso amigo Carlos se enquadra aqui.

No quadrante inferior esquerdo, tem o quadrante A, que é de profissional Autônomo. Essas pessoas dão seu tempo para ganhar dinheiro, e em geral são sempre ocupadas e especialistas em uma área. Elas fazem tudo por conta própria, como advogados e médicos.

Já no quadrante superior direito, aparece o D de Dono de negócio. São pessoas donas de negócios e sistemas que não exatamente precisam gerenciar em nível micro. Eles constroem relacionamentos e equipes com eficiência. Podem se ausentar e arrumar umas férias quando quiserem, sem que sua fonte de receita seja barrada.

Por fim, no quadrante inferior direito, temos I de Investidor. Essas pessoas são caracterizadas por inteligência financeira: elas fazem seu dinheiro trabalhar por elas. Em geral, são donos de negócios.

É possível pertencer a mais de um quadrante ao mesmo tempo, como no caso de I e D. Tudo depende da sua mentalidade e dos seus objetivos.

No quadrante do lado esquerdo, temos pessoas que querem segurança, antes mesmo do poder de decidir o que fazer com seu tempo. Do lado direito, temos pessoas que buscam a liberdade, o poder de decidir o que fazer com seu tempo.

No quadrante de Kiyosaki, o caminho é sair dos quadrantes E e A e chegar ao quadrante de Dono de negócio, conseguindo assim capital para atingir o quadrante I, em que o dinheiro é capaz de trabalhar para você.
Resumindo: do lado esquerdo temos empregados, e do lado direito, empresários. Do lado esquerdo, funcionários, do direito, empreendedores e donos de empresas.

Em qual categoria você se encaixa? Pretende mudar sua posição no quadrante, conquistando a liberdade financeira? Ou quer segurança mas nunca conquistar a sua tão sonhada independência e poder fazer o que quiser?

Empregado versus empresário

Empregado: segurança e pouca liberdade

A maioria das pessoas começa a vida profissional como empregado. E a maioria delas nunca sai daqui. Elas trabalham em regime CLT, em uma empresa de outras pessoas. Elas trocam suas horas por dinheiro. Elas têm pouca liberdade em sua agenda, com horários fixos – exceto aqueles que trabalham em horários flexíveis ou através de home office.

O empregado até pode vir a fazer aquilo que ama, porém, vamos falar a verdade: é difícil encontrar funcionários que amem seus empregos. Além disso, existe uma ameaça contínua de ser demitido, o que geraria problemas financeiros e obrigaria a reencontrar um lugar no concorrido e dinâmico mercado atual.

Resumindo, o empregado depende de salário e benefícios para pagar seu custo de vida, podendo receber remuneração variável.

 

Autônomo: mais liberdade, mas nem tanto

No caso do autônomo, que também é empregado, temos dentistas, advogados, médicos, assessores e outros. Alguns desses profissionais valorizam muito sua hora, e não se vinculam a empresas, o que é bem comum nas áreas de design, arquitetura e marketing. Autônomos também podem ser pequenos empresários, especialmente quando o negócio depende de uma só pessoa. Eles têm CNPJ, trocam suas horas por dinheiro – o que limita seu trabalho – e, muitas vezes, fazem aquilo que amam.

Em termos de trabalhadores autônomos, o problema é que sabem que não vão ter renda se se ausentarem do trabalho. Além disso, nem sempre conseguem realizar o trabalho com a qualidade que gostariam.

E mais: precisam investir em sua imagem diante do cliente a todo momento, pois isso lhe dá credibilidade.
Sua renda está ligada aos trabalhos que executa, e não é igual em todos os meses.

 

Empresário: liberdade e realização pessoal

Nesta categoria do quadrante do autor de “Pai rico, pai pobre” estão empresários de médio e grande porte, com CNPJ. Eles em geral são sócios, e a diferença deles para os autônomos é mínima: fundamenta-se nas possibilidades de escala e de substituir o principal profissional.

Este é um profissional empreendedor, que troca suas capacidades técnicas, não suas horas, por dinheiro. Ele tem mais liberdade, e pode ter horários mais flexíveis ou menos flexíveis.

Pode tanto fazer o que ama como não. Há casos de empreendedores que começaram seu negócio por paixão, mas se cansaram com o tempo e hoje é mais do que tudo obrigação. No entanto, muitos permanecem apaixonados por liderar equipes.

Este grupo de pessoas é o que tem maior possibilidade de se realizar profissional e financeiramente, mas isso inclui riscos. Tem o fantasma da falência e da perda de patrimônio, por exemplo. E, além disso, tornar-se um empresário de sucesso não acontece da noite para o dia, e exige dedicação.

 

Um aspecto favorável é que podem ter retiradas fixas chamadas pró-labore, sem falar nas variáveis, que dependem do lucro da organização. O cuidado deve ser para não misturar finanças pessoais com finanças da empresa.

Investidor: fugindo do tradicional e do trabalho árduo

Não se fala muito em investidor como uma carreira, mas o fato é que é possível ser um profissional investidor com uma carreira bem-sucedida.

Estes profissionais simplesmente não precisam trabalhar, visto que sua renda vem de seus investimentos.
Seu grande segredo? Trocar dinheiro por mais dinheiro.

Em geral, faz o que ama e não necessita da renda do trabalho para viver.

É, como o empresário, um empreendedor, mas com mais liberdade: faz o que quer, a hora que quer. A rentabilidade de seus investimentos é que cobre seus custos de vida.

O investidor é uma pessoa ousada, porque aceitou ser diferente da maioria.

A QUESTÃO FUNDAMENTAL

Quero lhe perguntar novamente: você quer ter mais liberdade, possibilidade de lucros enormes e realização pessoal?
Você quer ser um empregado/autônomo ou um empresário/investidor?

Quer trocar seu precioso tempo por dinheiro, ou suas capacidades técnicas e seu próprio dinheiro por mais dinheiro?
Não importa qual é a sua história.

Não importa sequer se você, como Luís e Carlos, se graduou na faculdade. O que importa, de fato, é:

“QUE CONHECIMENTOS EU VOU ADQUIRIR E O QUE VOU FAZER COM ELES? O QUE EU QUERO PARA O MEU FUTURO?”

Você pode ser mais feliz e bem-sucedido sendo um empreendedor, adquirindo cada vez mais liberdade financeira.
Empreender é um caminho repleto de riscos, eu sei disso.

É necessário sair da zona de conforto e pensar fora da caixa – o que a maioria das pessoas não faz.

Mas A MAIORIA DAS PESSOAS NUNCA SAI DO LUGAR TEDIOSO EM QUE SE ENCONTRAM. Não arriscam. Não enfrentam. O comodismo é mais fácil.

Quer saber?

Eu vou me arriscar a dizer que Luís e Carlos até podem ter padrões de vida parecidos, mas Luís, que tem 2000 funcionários e fundou uma empresa baseado em uma paixão, aliado ao desejo de liberdade, é mais feliz que Carlos. Luís é um empreendedor, Carlos, um empregado. Luís é dono da sua vida, Carlos, ainda não.

E VOCÊ? O QUE VAI ESCOLHER?

Antes de decidir, lembre-se: liberdade não tem preço. E você pode chegar lá!

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