Empreendedorismo

Profissão Multimídia: o que diz a Lei nº 15.325/2026 e o que muda para criadores de conteúdo

Entenda como a nova lei impacta influenciadores, streamers e youtubers e por que a contabilidade para criadores de conteúdo é essencial

12 de jan. de 2026

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Recentemente, tem circulado nas redes sociais a informação sobre os produtores de conteúdo do YouTube terem se tornado uma profissão regulamentada, o que causou muita confusão entre vários criadores.

Porém, o que aconteceu foi a aprovação da Lei nº 15.325/2026, em 6 de janeiro de 2026, e com ela, se fez um marco legal importante para as atividades digitais. Mas, os impactos práticos e tributários dessa decisão vão além do que o suposto inicialmente.

Neste artigo, vamos abordar o que representa essa nova lei, principalmente para quem trabalha na área de contabilidade para criadores de conteúdo, e por que a formalização através do CNPJ e suporte contábil faz diferença para YouTubers, influencers, streamers e demais profissionais digitais que desejam monetizar suas atividades.

O que é a profissão multimídia segundo a Lei nº 15.325/2026

A Lei nº 15.325/2026 define as atividades da chamada profissão multimídia, uma categoria profissional que reconhece de maneira formal as pessoas que realizam atividades de criação, produção, edição, gestão e distribuição de conteúdo em meios digitais e eletrônicos.

Em seu texto oficial, ela informa que o profissional multimídia é aquele que possui formação técnica ou superior, atua em atividades que englobam desde a criação de conteúdos audiovisuais até a programação e divulgação de textos, sons, imagens e animações em plataformas digitais.

Principais mudanças da Lei para profissão multimídia:

  • A lei não exige diploma específico ou registro profissional anterior para quem já realiza atividades relacionadas, sendo assim, a lei não funciona como uma autorização para “licenciar canais” ou permitir que qualquer pessoa faça publicação dos conteúdos.

  • Não existe necessidade de cadastro prévio em nenhum órgão específico para iniciar os trabalhos de produção de conteúdos.

  • O reconhecimento legal é uma estrutura jurídica que traz segurança e clareza profissional para atividades que já existem no mercado digital.

Criar conteúdo é hobby. Quando vira profissão?

Uma das maiores dúvidas com relação a esse nicho é sobre a diferença entre atividade informal e atividade profissional. Nem todo conteúdo produzido nas horas vagas se transforma imediatamente em profissão, mesmo com a aprovação da nova lei. 

O critério que caracteriza determinada atividade como profissional, independente se for YouTuber, influencer, streamer ou outros, é a renda gerada através dessa produção.

A lei ajuda a fortalecer que a criação de conteúdo digital hoje é uma atividade econômica, porém, o critério de fato é renda, não audiência. 

A monetização de conteúdo pode vir de diferentes fontes, que incluem:

  • Receitas de anúncios no YouTube ou outras plataformas;

  • Contratos de publicidade ou patrocínio;

  • Programas de afiliados;

  • Venda de cursos ou produtos digitais;

  • Doações (em lives ou plataformas como Patreon);

  • Recebimento de valores do exterior.

Esses exemplos de fontes de renda indicam uma geração de receita que, por por outro lado, exige organização financeira e tributária adequada para evitar problemas com o fisco.

Quais profissões entram no conceito de multimídia?

Levando as informações da lei em consideração, veremos a seguir, uma tabela prática para ajudar a entender quais atividades estão próximas do conceito de profissão multimídia, e quais não entram nesta definição.

Profissão ou Atividade

Entra na profissão multimídia?

Observação contábil

YouTuber

Sim

Receita recorrente e monetização

Influencer digital

Sim

Publis e contratos

Criador de conteúdo para redes sociais

Sim

Prestação de serviços

Streamer

Sim

Doações, assinaturas e publis

Podcaster

Sim

Monetização e patrocínios

Produtor de vídeo digital

Sim

Serviços para marcas

Social media creator

Sim

Criação de conteúdo profissional

Editor de vídeo digital

Sim

Atividade técnica vinculada

Usuário comum que publica vídeos

Não

Sem renda ou atividade econômica

Essas informações da tabela ajudam no entendimento que a lei não cria uma barreira para as publicações, mas potencializa que algumas atividades digitais são reconhecidas como funções profissionais quando ocorre geração de valor econômico.

O que muda na prática para quem já ganha dinheiro com conteúdo?

Muitos produtores de conteúdo ouviram falar sobre a nova lei e pensaram que isso mudaria automaticamente sua rotina de produção. Porém, na prática, a medida reforça a caracterização de atividade econômica digital, mas não cria obrigações burocráticas imediatas para além das que já existem em termos de fiscalidade. Mas, a seguir veremos algumas mudanças reais, que incluem:

Organização financeira

Quem já ganha dinheiro com conteúdo deve separar receitas e despesas de forma detalhada e reconciliada, e isso é um forte sinal de que contabilidade profissional é essencial.

Atenção aos impostos

Mesmo as pessoas físicas que têm monetização podem ser tributadas em alíquotas progressivas, mas, sem os benefícios de regimes simplificados como o MEI ou Simples Nacional. Não ter um bom planejamento tributário pode gerar pagamentos excedentes.

Riscos de atuar somente como pessoa física

Exercer as atividades sem a devida formalização pode ter algumas consequências, como:

  • Dificuldade na emissão de notas para anunciantes;

  • Complicações em contratos internacionais;

  • Riscos de malha fiscal ou autuação.

Maior clareza em contratos e parcerias

As empresas contratantes de influencers ou criadores vão buscar mais segurança jurídica em seus contratos, e o uso de CNPJ ajuda nesse processo.

Criador de conteúdo precisa abrir CNPJ?

A resposta simplificada é: não é obrigatório por lei abrir CNPJ simplesmente por ser criador de conteúdo. Porém, na maioria dos casos é muito recomendado.

Comparação entre estruturas

  • Pessoa Física

    • O recebimento de valores pode ser direto;

    • Está sujeito ao Imposto de Renda progressivo

    • Não tem emissão formal de notas fiscais

  • MEI (em situações permitidas)

    • Pode ser uma alternativa se a receita anual e atividade permitirem

    • Regime simples com tributos reduzidos

    • Deve-se verificar se o CNAE permite atividades digitais

  • Simples Nacional

    • Quando possui receita acima do limite do MEI

    • Opção tributária vantajosa para vários criadores

    • Autoriza emissão de notas para clientes e plataformas

A escolha certa precisa de uma análise de CNAE e enquadramento adequado, e nesse momento é necessário uma contabilidade para criadores de conteúdo que saiba as particularidades de contratos digitais, receitas internacionais e regimes fiscais.

Qual o papel da contabilidade para criadores de conteúdo?

A contabilidade vai além de “só cuidar dos impostos”. Para os criadores de conteúdo, ela também é estratégica. Vejamos alguns aspectos estratégicos da contabilidade:

Planejamento tributário

Para avaliar o regime tributário que compensa mais (MEI, Simples Nacional ou outro modelo), e projetar cenários financeiros com objetivo de economizar tributos legalmente.

Enquadramento correto

A escolha correta do CNAE faz toda diferença na emissão de notas fiscais e cumprimento das obrigações acessórias.

Organização de receitas nacionais e internacionais

As receitas vindas de outros países podem ter natureza diferente e implicar obrigações específicas (como por exemplo o Carnê-Leão).

Cumprimento de obrigações fiscais

Guias como DARFs, declarações acessórias, retenções e obrigações previdenciárias devem ser gerenciadas para evitar multas.

Evitar pagamento excessivo de impostos

Sem o devido planejamento, muitos criadores pagam mais impostos do que deveriam, uma realidade que pode ser evitada com apoio contábil profissional.

Como a Facilite pode ajudar criadores de conteúdo?

A Facilite Contabilidade Online atua de forma consultiva e orientada para resultados reais, principalmente no cenário da contabilidade para criadores de conteúdo. Com foco em simplificar a jornada de formalização, ajudamos a escolher o modelo tributário mais adequado, organizando receitas e garantindo que todos os compromissos fiscais sejam cumpridos com segurança.

Aqui, ajudamos criadores de conteúdo a se regularizarem de forma simples, escolhendo o melhor modelo tributário desde o início, com suporte em cada etapa do processo, sem pressões de venda ou promessa de soluções milagrosas.

Fale com um especialista da Facilite e descubra o plano que se adequa ao seu crescimento digital.

Reconhecimento legal e organização contábil: o caminho seguro para criadores de conteúdo

A Lei nº 15.325/2026 não cria uma nova licença para a publicação de vídeos ou fotos, ela vem para reconhecer formalmente a profissão multimídia, que já existia no mercado digital e hoje possui status legal e profissional importante.

A criação de conteúdo se mantém livre, porém, quem monetiza precisa de organização, já que o crescimento da economia digital exige clareza fiscal, profissionalismo e planejamento tributário. 

A informação certa te ajuda a evitar problemas futuros, e a contabilidade para criadores de conteúdo é uma peça-chave nessa jornada.

Se você ganha dinheiro com conteúdo digital, entender como organizar sua atividade de forma legal é um passo estratégico para consolidar sua profissão, reduzir riscos e crescer com segurança


Principais mudanças da Lei para profissão multimídia:

  • A lei não exige diploma específico ou registro profissional anterior para quem já realiza atividades relacionadas, sendo assim, a lei não funciona como uma autorização para “licenciar canais” ou permitir que qualquer pessoa faça publicação dos conteúdos.

  • Não existe necessidade de cadastro prévio em nenhum órgão específico para iniciar os trabalhos de produção de conteúdos.

  • O reconhecimento legal é uma estrutura jurídica que traz segurança e clareza profissional para atividades que já existem no mercado digital.

Criar conteúdo é hobby. Quando vira profissão?

Uma das maiores dúvidas com relação a esse nicho é sobre a diferença entre atividade informal e atividade profissional. Nem todo conteúdo produzido nas horas vagas se transforma imediatamente em profissão, mesmo com a aprovação da nova lei. 

O critério que caracteriza determinada atividade como profissional, independente se for YouTuber, influencer, streamer ou outros, é a renda gerada através dessa produção.

A lei ajuda a fortalecer que a criação de conteúdo digital hoje é uma atividade econômica, porém, o critério de fato é renda, não audiência. 

A monetização de conteúdo pode vir de diferentes fontes, que incluem:

  • Receitas de anúncios no YouTube ou outras plataformas;

  • Contratos de publicidade ou patrocínio;

  • Programas de afiliados;

  • Venda de cursos ou produtos digitais;

  • Doações (em lives ou plataformas como Patreon);

  • Recebimento de valores do exterior.

Esses exemplos de fontes de renda indicam uma geração de receita que, por por outro lado, exige organização financeira e tributária adequada para evitar problemas com o fisco.

Quais profissões entram no conceito de multimídia?

Levando as informações da lei em consideração, veremos a seguir, uma tabela prática para ajudar a entender quais atividades estão próximas do conceito de profissão multimídia, e quais não entram nesta definição.

Profissão ou Atividade

Entra na profissão multimídia?

Observação contábil

YouTuber

Sim

Receita recorrente e monetização

Influencer digital

Sim

Publis e contratos

Criador de conteúdo para redes sociais

Sim

Prestação de serviços

Streamer

Sim

Doações, assinaturas e publis

Podcaster

Sim

Monetização e patrocínios

Produtor de vídeo digital

Sim

Serviços para marcas

Social media creator

Sim

Criação de conteúdo profissional

Editor de vídeo digital

Sim

Atividade técnica vinculada

Usuário comum que publica vídeos

Não

Sem renda ou atividade econômica

Essas informações da tabela ajudam no entendimento que a lei não cria uma barreira para as publicações, mas potencializa que algumas atividades digitais são reconhecidas como funções profissionais quando ocorre geração de valor econômico.

O que muda na prática para quem já ganha dinheiro com conteúdo?

Muitos produtores de conteúdo ouviram falar sobre a nova lei e pensaram que isso mudaria automaticamente sua rotina de produção. Porém, na prática, a medida reforça a caracterização de atividade econômica digital, mas não cria obrigações burocráticas imediatas para além das que já existem em termos de fiscalidade. Mas, a seguir veremos algumas mudanças reais, que incluem:

Organização financeira

Quem já ganha dinheiro com conteúdo deve separar receitas e despesas de forma detalhada e reconciliada, e isso é um forte sinal de que contabilidade profissional é essencial.

Atenção aos impostos

Mesmo as pessoas físicas que têm monetização podem ser tributadas em alíquotas progressivas, mas, sem os benefícios de regimes simplificados como o MEI ou Simples Nacional. Não ter um bom planejamento tributário pode gerar pagamentos excedentes.

Riscos de atuar somente como pessoa física

Exercer as atividades sem a devida formalização pode ter algumas consequências, como:

  • Dificuldade na emissão de notas para anunciantes;

  • Complicações em contratos internacionais;

  • Riscos de malha fiscal ou autuação.

Maior clareza em contratos e parcerias

As empresas contratantes de influencers ou criadores vão buscar mais segurança jurídica em seus contratos, e o uso de CNPJ ajuda nesse processo.

Criador de conteúdo precisa abrir CNPJ?

A resposta simplificada é: não é obrigatório por lei abrir CNPJ simplesmente por ser criador de conteúdo. Porém, na maioria dos casos é muito recomendado.

Comparação entre estruturas

  • Pessoa Física

    • O recebimento de valores pode ser direto;

    • Está sujeito ao Imposto de Renda progressivo

    • Não tem emissão formal de notas fiscais

  • MEI (em situações permitidas)

    • Pode ser uma alternativa se a receita anual e atividade permitirem

    • Regime simples com tributos reduzidos

    • Deve-se verificar se o CNAE permite atividades digitais

  • Simples Nacional

    • Quando possui receita acima do limite do MEI

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A escolha certa precisa de uma análise de CNAE e enquadramento adequado, e nesse momento é necessário uma contabilidade para criadores de conteúdo que saiba as particularidades de contratos digitais, receitas internacionais e regimes fiscais.

Qual o papel da contabilidade para criadores de conteúdo?

A contabilidade vai além de “só cuidar dos impostos”. Para os criadores de conteúdo, ela também é estratégica. Vejamos alguns aspectos estratégicos da contabilidade:

Planejamento tributário

Para avaliar o regime tributário que compensa mais (MEI, Simples Nacional ou outro modelo), e projetar cenários financeiros com objetivo de economizar tributos legalmente.

Enquadramento correto

A escolha correta do CNAE faz toda diferença na emissão de notas fiscais e cumprimento das obrigações acessórias.

Organização de receitas nacionais e internacionais

As receitas vindas de outros países podem ter natureza diferente e implicar obrigações específicas (como por exemplo o Carnê-Leão).

Cumprimento de obrigações fiscais

Guias como DARFs, declarações acessórias, retenções e obrigações previdenciárias devem ser gerenciadas para evitar multas.

Evitar pagamento excessivo de impostos

Sem o devido planejamento, muitos criadores pagam mais impostos do que deveriam, uma realidade que pode ser evitada com apoio contábil profissional.

Como a Facilite pode ajudar criadores de conteúdo?

A Facilite Contabilidade Online atua de forma consultiva e orientada para resultados reais, principalmente no cenário da contabilidade para criadores de conteúdo. Com foco em simplificar a jornada de formalização, ajudamos a escolher o modelo tributário mais adequado, organizando receitas e garantindo que todos os compromissos fiscais sejam cumpridos com segurança.

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Se você ganha dinheiro com conteúdo digital, entender como organizar sua atividade de forma legal é um passo estratégico para consolidar sua profissão, reduzir riscos e crescer com segurança

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Porém, o que aconteceu foi a aprovação da Lei nº 15.325/2026, em 6 de janeiro de 2026, e com ela, se fez um marco legal importante para as atividades digitais. Mas, os impactos práticos e tributários dessa decisão vão além do que o suposto inicialmente.

Neste artigo, vamos abordar o que representa essa nova lei, principalmente para quem trabalha na área de contabilidade para criadores de conteúdo, e por que a formalização através do CNPJ e suporte contábil faz diferença para YouTubers, influencers, streamers e demais profissionais digitais que desejam monetizar suas atividades.

O que é a profissão multimídia segundo a Lei nº 15.325/2026

A Lei nº 15.325/2026 define as atividades da chamada profissão multimídia, uma categoria profissional que reconhece de maneira formal as pessoas que realizam atividades de criação, produção, edição, gestão e distribuição de conteúdo em meios digitais e eletrônicos.

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