Fiscal e Tributário
Split Payment: o que é, quem será impactado e quando começa
Split Payment na Reforma Tributária: entenda o impacto do pagamento fracionado de impostos e prepare sua empresa para o IBS e CBS
9 de jan. de 2026



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Um dos temas mais comentados da reforma tributária no Brasil, é sobre o split payment, ou pagamento fracionado de tributos. Ainda mais quando se fala sobre o novo modelo de cobrança do IBS e da CBS.
Mas qual impacto isso terá na prática? Quando começam as mudanças e quem será impactado?
Neste artigo explicaremos de forma prática e didática sobre o pagamento fracionado de impostos no Brasil.
A reforma que altera o modelo tributário
Com a aprovação da Reforma Tributária através da Emenda Constitucional nº 132/2023 e da Lei Complementar nº 214/2025, que juntos redefinem o sistema de tributação sobre consumo, vem também a substituição de cinco tributos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) por dois tributos principais:
IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), destinado a estados e municípios;
CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), sob responsabilidade do governo federal.
Os novos tributos vão funcionar de acordo com o modelo de imposto sobre valor agregado (parecido com o VAT de países desenvolvidos) e trazem inovações, sendo uma delas o split payment, uma forma de arrecadar tributos diretamente no momento da transação de pagamento.
O que é split payment e como ele funciona na reforma tributária
O split payment não é um imposto novo, e sim, um mecanismo de pagamento fracionado de tributos que muda a forma como o IBS e a CBS são pagos dentro da cadeia de consumo. Atualmente, o fornecedor recebe o valor total da venda e paga os tributos ao governo somente em um momento posterior.
Com o split payment, o valor dos tributos é separado de forma automática e enviado diretamente ao Fisco no momento do pagamento feito pelo consumidor por determinado produto ou serviço.
Na prática, como funciona?
Emissão da nota fiscal
O vendedor emite a nota fiscal eletrônica com o valor do IBS e da CBS destacados.Pagamento pelo cliente
Quando o cliente faz o pagamento, (seja por cartão, Pix, boleto ou outro meio eletrônico), o sistema de processamento do pagamento identifica os tributos referentes à transação.Separação e envio automático dos tributos
O sistema de pagamento (bancário, fintech ou arranjo de pagamento) — retém automaticamente o valor que diz respeito ao IBS e à CBS e os envia diretamente ao governo.Depósito do valor líquido
O excedente da quantia é depositado na conta do vendedor.
O novo fluxo reduz a necessidade do fornecedor gerenciar a arrecadação tributária e diminui riscos de inadimplência fiscal e sonegação. O processo acontece em segundo plano, sem modificar a experiência de pagamento final do cliente.
Quem será impactado pelo split payment?
A aplicação do split payment vai afetar praticamente todas as empresas que efetuam vendas com pagamento eletrônico no Brasil. Alguns setores podem sentir os efeitos de forma mais rápida, como as que veremos a seguir:
1. Varejo e e‑commerce
Empresas que vendem diretamente ao consumidor final, principalmente no varejo físico ou online, devem adaptar seus sistemas de cobrança e emissão de documentos fiscais. Como esses modelos de empresa realizam operações com pagamentos eletrônicos de forma frequente, são os principais objetivos da introdução do split payment.
2. Serviços com pagamento eletrônico
Alguns setores que são pagos através de boleto ou cartão como telefonia, educação privada, saúde particular, streaming e outros também terão impacto, já que a cobrança tributária será desmembrada no momento do pagamento.
3. Empresas B2B
Nos anos iniciais, a concentração da aplicação será nas transações entre empresas (B2B), e pode ser opcional no começo, e depois ampliada.
Lembrando que qualquer empresa que use sistemas eletrônicos de pagamento terá que entender como esse mecanismo vai afetar seu fluxo de caixa, crédito tributário e sistemas contábeis.
Quando o split payment entra em vigor?
Os movimentos iniciais indicavam 2026 como ponto de partida experimental, mas fontes confiáveis apontam 2027 como o ano em que o split payment começará a ser implementado, em fases e de maneira opcional, principalmente nas transações entre empresas (B2B).
Esse prazo faz parte da transição gradual da reforma tributária, que acontecerá entre 2026 e 2033, com a extinção total dos tributos atuais (ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI).
É importante destacar que mesmo antes da implementação obrigatória do split payment,espera-se que empresas com grande volume de transações e meios eletrônicos de pagamento comecem a se preparar já em 2026, a fim de evitar os impactos operacionais.
Split payment e os impactos no fluxo de caixa
Dentro do assunto do split payment na reforma tributária, uma das maiores discussões é sobre o efeito no fluxo de caixa das empresas. Ao contrário do modelo atual em que o imposto é pago depois, após a emissão da nota fiscal, o split payment vai reter o tributo na hora da venda. Com isso, pode-se afetar:
Capital de giro
Empresas que dependem do dinheiro do imposto para financiar operações, comprar estoque ou manter capital de giro poderão sentir pressões imediatas.
Planejamento financeiro
Será necessário um planejamento mais robusto de fluxo de caixa e avaliação de quando e quanto de tributo será retido automaticamente.
Créditos tributários
Mesmo com a retenção imediata, o modelo pretende trazer maior segurança jurídica no crédito tributário, já que a cobrança automática garante que o tributo foi pago e o crédito pode ser utilizado.
Principais riscos e desafios do split payment
Apesar dos benefícios da automatização e redução de riscos fiscais, também existem alguns desafios que as empresas precisam levar em consideração:
Adequação tecnológica
Os sistemas de pagamento e os softwares de emissão de notas fiscais precisarão de atualização para fazer a comunicação corretamente dos dados da transação com o Fisco e possibilitar a retenção automática.
Custos de aplicação
A necessidade de atualizações e integrações, principalmente quando falamos de pequenas e médias empresas, pode trazer custos iniciais significativos.
Educação e treinamento
Profissionais de contabilidade, gestores financeiros e equipes operacionais deverão entender o funcionamento do sistema na prática, e assim, evitar erros que impactem o crédito tributário ou a conformidade fiscal.
Impactos nas transações parceladas
Nas operações a prazo (parceladas), o imposto poderá ser retido de maneira integral logo após a venda, mas o recebimento do valor pode acontecer muitos dias depois, o que pode impactar o fluxo de caixa.
O que fazer para sua empresa se preparar?
Para encarar os desafios do split payment e aproveitar as oportunidades da reforma tributária, é fundamental que sua empresa siga alguns passos, que incluem:
Revisões de processos internos
Confira todos os processos de faturamento e cobrança, deixando-os prontos para a separação tributária no momento do recebimento.
Atualização de sistemas e tecnologia
Tenha certeza que seus sistemas de pagamento, ERP e contabilidade online estejam organizados para integrar a separação automática de tributos.
Aposte em contabilidade consultiva
Busque o apoio de contadores com experiência em tributação e nas atualizações da reforma, que podem oferecer planejamento tributário em holding em 2026: vale a pena para quem recebe aluguéis? e demais análises personalizadas sobre impactos das mudanças no seu negócio.
Utilize conteúdos de apoio
Leia bastante sobre os temas referentes à reforma, ao split payment e saiba como IBS e CBS na prática para compreender os detalhes do novo modelo tributário na realidade e IBS e CBS em 2026 para quem recebe aluguéis para cenários específicos de receita passiva.
Oportunidade para inovação tributária
O split payment significa uma das mudanças mais relevantes na arrecadação de tributos no Brasil nos últimos tempos. É um mecanismo que traz modernidade e atualização na forma de recolhimento do IBS e da CBS, equiparando-se a práticas internacionais e possibilitando mais transparência fiscal. Ao mesmo tempo, ele desafia empresas a repensarem seus sistemas, processos e planejamento financeiro.
Facilite sua adaptação ao split payment com apoio contábil especializado
Você quer dominar o split payment e adaptar seu negócio com segurança? Conte com a Facilite Contabilidade Online, sua parceira estratégica que oferece contabilidade online, tecnologia avançada e suporte personalizado para sua empresa se ajustar às maiores mudanças tributárias do Brasil.
Escolha um dos nossos planos desenhados especialmente para orientar sua empresa na transição para o novo modelo tributário, com atendimento humanizado, análise de impacto e soluções para otimizar seu fluxo de caixa.
Fale hoje mesmo com nossa equipe e transforme a mudança em vantagem competitiva!
Na prática, como funciona?
Emissão da nota fiscal
O vendedor emite a nota fiscal eletrônica com o valor do IBS e da CBS destacados.Pagamento pelo cliente
Quando o cliente faz o pagamento, (seja por cartão, Pix, boleto ou outro meio eletrônico), o sistema de processamento do pagamento identifica os tributos referentes à transação.Separação e envio automático dos tributos
O sistema de pagamento (bancário, fintech ou arranjo de pagamento) — retém automaticamente o valor que diz respeito ao IBS e à CBS e os envia diretamente ao governo.Depósito do valor líquido
O excedente da quantia é depositado na conta do vendedor.
O novo fluxo reduz a necessidade do fornecedor gerenciar a arrecadação tributária e diminui riscos de inadimplência fiscal e sonegação. O processo acontece em segundo plano, sem modificar a experiência de pagamento final do cliente.
Quem será impactado pelo split payment?
A aplicação do split payment vai afetar praticamente todas as empresas que efetuam vendas com pagamento eletrônico no Brasil. Alguns setores podem sentir os efeitos de forma mais rápida, como as que veremos a seguir:
1. Varejo e e‑commerce
Empresas que vendem diretamente ao consumidor final, principalmente no varejo físico ou online, devem adaptar seus sistemas de cobrança e emissão de documentos fiscais. Como esses modelos de empresa realizam operações com pagamentos eletrônicos de forma frequente, são os principais objetivos da introdução do split payment.
2. Serviços com pagamento eletrônico
Alguns setores que são pagos através de boleto ou cartão como telefonia, educação privada, saúde particular, streaming e outros também terão impacto, já que a cobrança tributária será desmembrada no momento do pagamento.
3. Empresas B2B
Nos anos iniciais, a concentração da aplicação será nas transações entre empresas (B2B), e pode ser opcional no começo, e depois ampliada.
Lembrando que qualquer empresa que use sistemas eletrônicos de pagamento terá que entender como esse mecanismo vai afetar seu fluxo de caixa, crédito tributário e sistemas contábeis.
Quando o split payment entra em vigor?
Os movimentos iniciais indicavam 2026 como ponto de partida experimental, mas fontes confiáveis apontam 2027 como o ano em que o split payment começará a ser implementado, em fases e de maneira opcional, principalmente nas transações entre empresas (B2B).
Esse prazo faz parte da transição gradual da reforma tributária, que acontecerá entre 2026 e 2033, com a extinção total dos tributos atuais (ICMS, ISS, PIS, Cofins e IPI).
É importante destacar que mesmo antes da implementação obrigatória do split payment,espera-se que empresas com grande volume de transações e meios eletrônicos de pagamento comecem a se preparar já em 2026, a fim de evitar os impactos operacionais.
Split payment e os impactos no fluxo de caixa
Dentro do assunto do split payment na reforma tributária, uma das maiores discussões é sobre o efeito no fluxo de caixa das empresas. Ao contrário do modelo atual em que o imposto é pago depois, após a emissão da nota fiscal, o split payment vai reter o tributo na hora da venda. Com isso, pode-se afetar:
Capital de giro
Empresas que dependem do dinheiro do imposto para financiar operações, comprar estoque ou manter capital de giro poderão sentir pressões imediatas.
Planejamento financeiro
Será necessário um planejamento mais robusto de fluxo de caixa e avaliação de quando e quanto de tributo será retido automaticamente.
Créditos tributários
Mesmo com a retenção imediata, o modelo pretende trazer maior segurança jurídica no crédito tributário, já que a cobrança automática garante que o tributo foi pago e o crédito pode ser utilizado.
Principais riscos e desafios do split payment
Apesar dos benefícios da automatização e redução de riscos fiscais, também existem alguns desafios que as empresas precisam levar em consideração:
Adequação tecnológica
Os sistemas de pagamento e os softwares de emissão de notas fiscais precisarão de atualização para fazer a comunicação corretamente dos dados da transação com o Fisco e possibilitar a retenção automática.
Custos de aplicação
A necessidade de atualizações e integrações, principalmente quando falamos de pequenas e médias empresas, pode trazer custos iniciais significativos.
Educação e treinamento
Profissionais de contabilidade, gestores financeiros e equipes operacionais deverão entender o funcionamento do sistema na prática, e assim, evitar erros que impactem o crédito tributário ou a conformidade fiscal.
Impactos nas transações parceladas
Nas operações a prazo (parceladas), o imposto poderá ser retido de maneira integral logo após a venda, mas o recebimento do valor pode acontecer muitos dias depois, o que pode impactar o fluxo de caixa.
O que fazer para sua empresa se preparar?
Para encarar os desafios do split payment e aproveitar as oportunidades da reforma tributária, é fundamental que sua empresa siga alguns passos, que incluem:
Revisões de processos internos
Confira todos os processos de faturamento e cobrança, deixando-os prontos para a separação tributária no momento do recebimento.
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Tenha certeza que seus sistemas de pagamento, ERP e contabilidade online estejam organizados para integrar a separação automática de tributos.
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Busque o apoio de contadores com experiência em tributação e nas atualizações da reforma, que podem oferecer planejamento tributário em holding em 2026: vale a pena para quem recebe aluguéis? e demais análises personalizadas sobre impactos das mudanças no seu negócio.
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Leia bastante sobre os temas referentes à reforma, ao split payment e saiba como IBS e CBS na prática para compreender os detalhes do novo modelo tributário na realidade e IBS e CBS em 2026 para quem recebe aluguéis para cenários específicos de receita passiva.
Oportunidade para inovação tributária
O split payment significa uma das mudanças mais relevantes na arrecadação de tributos no Brasil nos últimos tempos. É um mecanismo que traz modernidade e atualização na forma de recolhimento do IBS e da CBS, equiparando-se a práticas internacionais e possibilitando mais transparência fiscal. Ao mesmo tempo, ele desafia empresas a repensarem seus sistemas, processos e planejamento financeiro.
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