Empreendedorismo

Holding em 2026: vale a pena para quem recebe aluguéis?

Holding em 2026 para quem recebe aluguéis: entenda se essa estrutura ainda vale a pena diante da nova tributação

7 de jan. de 2026

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Você recebe renda de aluguéis ou têm um patrimônio imobiliário relevante? Se a resposta é sim, será fundamental entender como 2026 significa um ponto de mudança tributária no Brasil. Os efeitos da ampla  Reforma Tributária entram em vigor, principalmente com a Lei Complementar Nº 214, de 16 de janeiro de 2025, e da nova lei sobre tributação de lucros e dividendos, e a forma de tributação tanto de pessoas físicas quanto das empresas, o que inclui as holdings patrimoniais, muda de maneira considerável.

Antes das alterações, quem alugava imóveis e executava essa atividade como pessoa física recolhia o Imposto de Renda com alíquota de até 27,5% através do carnê-leão, sem a incidência de tributos como o ICMS ou ISS. Porém, agora em 2026, a locação também pode ser objeto de IBS e CBS, os novos tributos que fazem parte do IVA dual brasileiro. Ou seja, isso significa que aluguéis talvez tenham uma nova carga tributária incidente sobre sua receita bruta.

Além disso, mudanças como a tributação de dividendos a partir de 2026 foram definidas pela Lei nº 15.270/25, e impactarão a distribuição de lucros de empresas como as holdings imobiliárias.

Nesse novo cenário, uma pergunta importante surge: realmente vale a pena constituir uma holding em 2026 para quem recebe aluguéis? A seguir, abordaremos esse tema com profundidade, clareza e foco no seu planejamento patrimonial e tributário.

Quando a holding para quem recebe aluguéis vale a pena?

Uma holding patrimonial é uma pessoa jurídica criada para centralizar e administrar bens, como imóveis, de um indivíduo ou família. No cenário de 2026, ela faz sentido principalmente para as seguintes situações:

  • Pessoas que recebem aluguéis elevados ou de muitos imóveis, ultrapassando os limites de incidência dos novos tributos, IBS e CBS em pessoa física; 

  • Quem quer reduzir a carga tributária global sobre renda de aluguel, dentro dos limites legais estabelecidos; 

  • Investidores ou famílias com patrimônio imobiliário expressivo, que buscam organizar esse patrimônio de maneira eficiente e segura; 

  • Planejamento sucessório e patrimonial, com objetivo de reduzir custos e atritos na transferência de bens. 

Ou seja, essa modalidade empresarial vai compensar ao tirar a renda de aluguel da tributação direta na pessoa física, trazendo economia tributária e benefícios adicionais de gestão e proteção patrimonial.

Vantagens de abrir uma Holding em 2026

Com um cenário tributário mais complexo e a implementação dos novos impostos IBS e CBS, a estrutura jurídica de uma holding pode ser um diferencial competitivo para proteger e maximizar seu patrimônio. A seguir, veremos as principais vantagens de se criar uma holding para quem recebe alugueis em 2026.

1. Proteção Patrimonial

Uma holding faz a separação formal do patrimônio familiar ou empresarial entre os riscos pessoais ou operacionais dos sócios. Se surgirem casos de disputas judiciais ou dívidas pessoais, o patrimônio concentrado na empresa pode trazer maior blindagem jurídica. 

2. Planejamento Sucessório

Quando se concentram imóveis dentro de uma pessoa jurídica, a transmissão patrimonial se torna mais simples em casos de falecimento, por exemplo, o que evita parte da lentidão e custos elevados dos processos de inventário. A holding possibilita a transferência de que para os herdeiros de forma planejada, com maior controle e previsibilidade. 

3. Economia Tributária

Um dos motivos mais usados para realizar a migração da gestão de aluguéis para uma holding, é a tributação mais eficiente que pode ser conquistada sob o regime de lucro presumido, se compararmos ao IRPF direto.

Por exemplo, na pessoa física pode haver incidência de uma taxa progressiva de IR de até 27,5% sobre a renda de aluguel. Por outro lado, a holding pode pagar uma carga tributária efetiva menor, principalmente se for enquadrada no lucro presumido,  em alguns casos prevista entre 11% e 14% de tributos sobre aluguel.

Além disso, com as mudanças trazidas pelo IBS e CBS, a diferença de carga entre pessoa física e jurídica está inca se manter favorável à holding, principalmente para quem está enquadrado como “locador habitual”. 

Desvantagens da holding em 2026: o que considerar antes de abrir

Apesar de todas as vantagens serem significativas, não existe uma solução universal. Dessa forma, é essencial entender os riscos de abrir uma holding em 2026. Entre os principais, estão inclusos

1. Incertezas sobre a Reforma Tributária

A Reforma Tributária ainda está na sua fase de transição e ajustes legais. As alíquotas de IBS e CBS podem evoluir durante os próximos anos, e o impacto final sobre holdings e locadores ainda vai depender de futuras regulamentações. 

Devido a essa incerteza, será fundamental analisar detalhadamente cada caso, e de preferência com o auxílio especializado de contadores e advogados tributaristas.

2. Burocracia e gastos

Para abrir e manter uma holding são necessários custos iniciais e permanentes, que incluem: honorários contábeis, taxas administrativas, obrigações acessórias e custas de conformidade. A contabilidade online pode ajudar na redução de uma porcentagem desses custos e automatizar obrigações de rotina, mas eles existem e devem ser analisados e comparados com os benefícios recebidos.

3. Tributação de Dividendos

Com a nova regra tributária, a distribuição dos lucros de uma holding para os sócios poderá ser mais pesada, por exemplo, acima de certos limites, ocorrerá tributação na fonte. Isso pode ter impacto no fluxo financeiro efetivo para os beneficiários. 

Pessoa Física x Holding em 2026

A seguir vamos entender as diferenças fundamentais entre manter imóveis e renda de aluguel na pessoa física ou fazer a migração para uma holding:

Característica

Pessoa Física (PF)

Holding Patrimonial (PJ)

Tributação sobre aluguel

IRPF progressivo até 27,5% + possível IBS/CBS sobre aluguéis com receita mensal elevada

IRPJ/CSLL com carga geral mais baixa; IBS/CBS também incidente, mas com tratamento empresarial

Controle Patrimonial

Propriedade individual

Centralização via quotas da empresa

Planejamento Sucessório

Processos de inventário complexo

Sucessão simplificada por quotas

Custos contábeis e burocráticos

Menor

Maior (formalização de empresa)

Proteção Patrimonial

Limitada

Maior separação entre patrimônio e riscos pessoais

Distribuição de Resultados

Recebimento direto

Pode ocorrer tributação de dividendos a partir de 2026

Possibilidade de dedução de despesas

Dedução limitada

Mais flexibilidade contábil e deduções

Com essa comparação conseguimos ter mais objetividade sobre como uma holding pode ser vantajosa para quem recebe aluguéis, principalmente se consideramos estratégias de longo prazo com foco em eficiência tributária e sucessão familiar.

Quais impostos devem ser considerados ?

Com as mudanças na tributação de renda de aluguel, é necessário saber informações especializadas sobre os principais tributos e mudanças. Além de entender melhor sobre a incidência do Imposto de Renda 2026 para quem recebe aluguéis, é fundamental conhecer os requisitos e situações em que acontece a isenção do imposto de renda 2026.

Outro ponto que merece atenção para quem aluga imóveis, é o funcionamento do IBS e CBS em 2026 para quem recebe aluguéis, já que pode acontecer incidência de ambos em alguns modelos de locação, e será essencial saber como funciona o IBS e CBS na prática e no dia a dia da locação.

Essas informações complementares foram elaboradas para dar um contexto prático e atualizado, e são fundamentais para quem está avaliando se holding em 2026 para quem recebe aluguéis é uma boa opção.

Holding em 2026, vale a pena?

Depende! Pois essa decisão deve considerar o tamanho do seu portfólio de aluguéis, da sua renda anual e dos seus objetivos de longo prazo.

Pode valer a pena, se você:

  • recebe rendas elevadas de aluguel;

  • quer proteger seu patrimônio e planejar sucessão de forma eficiente;

  • busca diminuir a carga tributária dentro dos limites estabelecidos pela lei;

  • pode arcar com os custos contábeis e burocráticos de uma holding.

Talvez não seja o momento, se:

  • você têm poucos imóveis com rendas moderadas;

  • a carga tributária adicional (como IBS/CBS) ainda não o atinge ou é improvável que atinja;

  • os custos fixos de manutenção da holding são superiores aos possíveis benefícios.

De maneira geral, o cenário de 2026 evidencia ainda mais a utilidade de estruturas empresariais bem planejadas, como a holding, principalmente para locadores que recebem rendas elevadas desse tipo de negócio.

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Quando a holding para quem recebe aluguéis vale a pena?

Uma holding patrimonial é uma pessoa jurídica criada para centralizar e administrar bens, como imóveis, de um indivíduo ou família. No cenário de 2026, ela faz sentido principalmente para as seguintes situações:

  • Pessoas que recebem aluguéis elevados ou de muitos imóveis, ultrapassando os limites de incidência dos novos tributos, IBS e CBS em pessoa física; 

  • Quem quer reduzir a carga tributária global sobre renda de aluguel, dentro dos limites legais estabelecidos; 

  • Investidores ou famílias com patrimônio imobiliário expressivo, que buscam organizar esse patrimônio de maneira eficiente e segura; 

  • Planejamento sucessório e patrimonial, com objetivo de reduzir custos e atritos na transferência de bens. 

Ou seja, essa modalidade empresarial vai compensar ao tirar a renda de aluguel da tributação direta na pessoa física, trazendo economia tributária e benefícios adicionais de gestão e proteção patrimonial.

Vantagens de abrir uma Holding em 2026

Com um cenário tributário mais complexo e a implementação dos novos impostos IBS e CBS, a estrutura jurídica de uma holding pode ser um diferencial competitivo para proteger e maximizar seu patrimônio. A seguir, veremos as principais vantagens de se criar uma holding para quem recebe alugueis em 2026.

1. Proteção Patrimonial

Uma holding faz a separação formal do patrimônio familiar ou empresarial entre os riscos pessoais ou operacionais dos sócios. Se surgirem casos de disputas judiciais ou dívidas pessoais, o patrimônio concentrado na empresa pode trazer maior blindagem jurídica. 

2. Planejamento Sucessório

Quando se concentram imóveis dentro de uma pessoa jurídica, a transmissão patrimonial se torna mais simples em casos de falecimento, por exemplo, o que evita parte da lentidão e custos elevados dos processos de inventário. A holding possibilita a transferência de que para os herdeiros de forma planejada, com maior controle e previsibilidade. 

3. Economia Tributária

Um dos motivos mais usados para realizar a migração da gestão de aluguéis para uma holding, é a tributação mais eficiente que pode ser conquistada sob o regime de lucro presumido, se compararmos ao IRPF direto.

Por exemplo, na pessoa física pode haver incidência de uma taxa progressiva de IR de até 27,5% sobre a renda de aluguel. Por outro lado, a holding pode pagar uma carga tributária efetiva menor, principalmente se for enquadrada no lucro presumido,  em alguns casos prevista entre 11% e 14% de tributos sobre aluguel.

Além disso, com as mudanças trazidas pelo IBS e CBS, a diferença de carga entre pessoa física e jurídica está inca se manter favorável à holding, principalmente para quem está enquadrado como “locador habitual”. 

Desvantagens da holding em 2026: o que considerar antes de abrir

Apesar de todas as vantagens serem significativas, não existe uma solução universal. Dessa forma, é essencial entender os riscos de abrir uma holding em 2026. Entre os principais, estão inclusos

1. Incertezas sobre a Reforma Tributária

A Reforma Tributária ainda está na sua fase de transição e ajustes legais. As alíquotas de IBS e CBS podem evoluir durante os próximos anos, e o impacto final sobre holdings e locadores ainda vai depender de futuras regulamentações. 

Devido a essa incerteza, será fundamental analisar detalhadamente cada caso, e de preferência com o auxílio especializado de contadores e advogados tributaristas.

2. Burocracia e gastos

Para abrir e manter uma holding são necessários custos iniciais e permanentes, que incluem: honorários contábeis, taxas administrativas, obrigações acessórias e custas de conformidade. A contabilidade online pode ajudar na redução de uma porcentagem desses custos e automatizar obrigações de rotina, mas eles existem e devem ser analisados e comparados com os benefícios recebidos.

3. Tributação de Dividendos

Com a nova regra tributária, a distribuição dos lucros de uma holding para os sócios poderá ser mais pesada, por exemplo, acima de certos limites, ocorrerá tributação na fonte. Isso pode ter impacto no fluxo financeiro efetivo para os beneficiários. 

Pessoa Física x Holding em 2026

A seguir vamos entender as diferenças fundamentais entre manter imóveis e renda de aluguel na pessoa física ou fazer a migração para uma holding:

Característica

Pessoa Física (PF)

Holding Patrimonial (PJ)

Tributação sobre aluguel

IRPF progressivo até 27,5% + possível IBS/CBS sobre aluguéis com receita mensal elevada

IRPJ/CSLL com carga geral mais baixa; IBS/CBS também incidente, mas com tratamento empresarial

Controle Patrimonial

Propriedade individual

Centralização via quotas da empresa

Planejamento Sucessório

Processos de inventário complexo

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Custos contábeis e burocráticos

Menor

Maior (formalização de empresa)

Proteção Patrimonial

Limitada

Maior separação entre patrimônio e riscos pessoais

Distribuição de Resultados

Recebimento direto

Pode ocorrer tributação de dividendos a partir de 2026

Possibilidade de dedução de despesas

Dedução limitada

Mais flexibilidade contábil e deduções

Com essa comparação conseguimos ter mais objetividade sobre como uma holding pode ser vantajosa para quem recebe aluguéis, principalmente se consideramos estratégias de longo prazo com foco em eficiência tributária e sucessão familiar.

Quais impostos devem ser considerados ?

Com as mudanças na tributação de renda de aluguel, é necessário saber informações especializadas sobre os principais tributos e mudanças. Além de entender melhor sobre a incidência do Imposto de Renda 2026 para quem recebe aluguéis, é fundamental conhecer os requisitos e situações em que acontece a isenção do imposto de renda 2026.

Outro ponto que merece atenção para quem aluga imóveis, é o funcionamento do IBS e CBS em 2026 para quem recebe aluguéis, já que pode acontecer incidência de ambos em alguns modelos de locação, e será essencial saber como funciona o IBS e CBS na prática e no dia a dia da locação.

Essas informações complementares foram elaboradas para dar um contexto prático e atualizado, e são fundamentais para quem está avaliando se holding em 2026 para quem recebe aluguéis é uma boa opção.

Holding em 2026, vale a pena?

Depende! Pois essa decisão deve considerar o tamanho do seu portfólio de aluguéis, da sua renda anual e dos seus objetivos de longo prazo.

Pode valer a pena, se você:

  • recebe rendas elevadas de aluguel;

  • quer proteger seu patrimônio e planejar sucessão de forma eficiente;

  • busca diminuir a carga tributária dentro dos limites estabelecidos pela lei;

  • pode arcar com os custos contábeis e burocráticos de uma holding.

Talvez não seja o momento, se:

  • você têm poucos imóveis com rendas moderadas;

  • a carga tributária adicional (como IBS/CBS) ainda não o atinge ou é improvável que atinja;

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